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Nada mais perigoso do que a inveja das deusas. Afrodite, Atenas e Hera, deuses gregas, perguntaram qual era a mais bela, a deusa da beleza, Afrodite, ganhou. Todo aquele que não escolheu Atena ou Hera foi devidamente castigado com as piores e sádicas dores que você possa imaginar.  

 

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Melania Trump

Quando eu era  criança e entrava em uma loja de doces, na mesma hora eu escolhia o doce mais chamativo, o mais bonito. Ao provar as vezes o sabor não era tão agradável, mas ainda era bonito. Muito colorido, brilhante e o sabor era quase o mesmo, de morango, anos mais tarde quando provei a fruta verdadeira, ela não tinha o gosto da balinha colorida, era uma realidade ácida e as vezes o morango nem era tão vermelho quanto o docinho da vitrine.

Mas nada que eu não me acostumasse aos poucos com a realidade um pouco mais ácida, porém quando eu olhei o morango mais de perto, ele era muito mais bonito que a balinha de morango. Possuía textura, cheiro e nuances e com isso comecei a perceber que a realidade possui a sua beleza, não relativa, mas verdadeira.

 

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O impacto da beleza que tanto Marcela Temer quanto Melania Trump remete a você é aterrador. O sentido que o belo arrebata a outra sensação é o que me faz buscar o belo repetidas vezes . A beleza é sublime, sem máscaras Há uma essência no humano que é atraído para o belo. A volta ao Paraíso Perdido.

Historicamente não vamos esquecer das grandes maravilhas da antiguidade e da modernidade – Não, da modernidade não, perdemos isso e normalmente é feia e a abstração é somente para esconder o real valor de toda a porcaria moderna. Além dos monumentos, há a beleza da natureza, além de claro, das mulheres da história.

Algumas feministas -para variar- só conseguem ver o que remetem a sua falta de empatia lógica. As não belas, feias, ficam ofendidas pelo grau de beleza, seja ela natural ou sim, cuidada chamadas pelas feministas de artificial.

E para piorar, as feministas não são as deusas Heras ou Atenas, são Erínias, monstros gregos, personificação da vingança, uma espécie de bruxas que ficavam reclamando e falando mal de todos em cima de um monte. Eram horrendas em espírito e  matéria.

A beleza é imediata. As feministas reclamam, pois possuem sua estética no grotesco. As invejosas viram os olhos, pois mesmo belas, colocam em dúvida a sua estima.

A rosa mais simples é bela pela sua natureza de ser rosa.
A mulher mais simples pode ser bela, pela sua natureza divina de ser mulher.
Mas ao contrário da rosa, a mulher tem o livre-arbítrio de escolher não ser bela, e ir contra a sua natureza. A isso eu chamo de feminismo.

A beleza importa e importa porque é uma inteligência estética da natureza.
E longe do belo ser rico, antes é nobre, e a nobreza está no trato de si perante o mundo.

A bela, recatada e do lar é também beleza. O ato é belo. A estética está, também na escolha de seus atos, nos sons, nas letras, mas é claro, é muito mais imediato no sentido visual.
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Marcela Temer

Eu sempre uso o exemplo básico da criança no parque de diversões – ou no caso de hoje, shoppings – . O monstro se aproxima da criança, ela chora desesperadamente, quando uma fada ou um ser até mesmo um pouco bizarro, mas engraçadinho, já é o suficiente para a criança sorrir e ficar com os olhos brilhando.

Assim sou eu, e assim é você, só que adultos e no shopping da vida. Mas por que então perdeu o senso estético da coisa toda? Porque o seu bairro é uma zona em cascata, sem padrão de cor, calçada e decoração? Não é porque o seu bairro é pobre, é porque você perdeu a inteligência do olhar, e a inteligência da beleza. Nada mais importa, apenas o que vem daquela tela da sala. Não estou aqui advogando contra a TV, ela ainda é o último padrão estético minimamente aceitável, junto com os filmes na Netflix que nos filtra para uma beleza mais comestível. Estou falando do seu lar.

A desconstrução e as criticas que pulularem após as matérias feitas sobre Marcela Temer sobre ela ser do lar, além de bela e recatada, foram apenas mais um exemplo de recalques feministas.

Engano seu quando liga a beleza a riqueza. O belo é simples, nobre e requintado. A beleza é direta e arrebatadora. Tente fazer um jardim. Seja simétrico com os seus moveis. Organiza-se e verá que a beleza começará a desenhar as suas curvas que outrora eram abstratas para algo bem paupável e visível. A beleza  é acessível, e está na sua vontade tê-la ou não.

 No xadrez, a rainha possui o maior poder, ela possui a maior movimentação no tabuleiro, e não era diferente na Idade Média e a sua movimentação diplomática entre os reino. Enquanto o rei precisa ser protegido.

O rei é frágil, possui poucos movimentos, pois qualquer palavra que ele proferir é determinante e reta, a política do rei é bélica, enquanto a política da mulher é diplomática.

Sim, elas são peças, mas nada estáticas, estão em um tabuleiro perigoso, o tabuleiro do xadrez da política e cada passo é calculado, cada discurso é medido e quando os “analistas” acham que conseguiram encontrar ou criticar de maneira ácida e precipitada algo sobre essas, já levaram o Xeque-Mate comportamental. Aquele do humano imprevisível. E a mania de ler o mundo e não acertá-lo, continua.

As peças aqui não são pretas, cinzas ou brancas, é vermelha e amarela e são lindas.

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